Como ajudar na timidez do seu filho

É comum ver crianças se escondendo atrás dos pais ou abaixando a cabeça diante de situações ou pessoas novas. Ser o centro das atenções fora do ambiente familiar não é exatamente a coisa preferida dos pequenos. Mas a timidez é apenas uma característica e, só se torna um problema, quando é excessiva e prejudica o desenvolvimento ou a capacidade de se relacionar socialmente.

Se o seu filho tem dificuldade em tirar dúvidas em sala de aula ou de fazer novas amizades, isso pode interferir em seu aprendizado e até deixá-lo triste. Segundo a psicóloga e psicopedagoga Cynthia Wood, às vezes as atitudes dos pais em relação aos filhos faz com que eles desenvolvam ainda mais insegurança, piorando a timidez.

Repreender a criança de forma muito grosseira quando ela faz algo errado, pode fazer com que ela se retraia. Isso não quer dizer que você não deva dar bronca no seu filho quando necessário, mas que deve buscar fazer isso de uma forma equilibrada. Superproteger o seu filho também pode prejudicar, porque a criança terá mais dificuldade de resolver os próprios problemas sozinha.

O que você pode fazer para ajudar seu filho com a timidez é encorajá-lo a conviver com outras crianças em parques, festas infantis ou qualquer lugar com pessoas da mesma idade que ele. Elogiá-lo sempre que ele conseguir algum feito também é ótimo. Não o critique se ele ficar com medo. E incentive-o a ajudar os outros, porque isso fará com que ele se sinta útil e valorizado.

Fonte: Pais e Filhos



Postado em 25/11/2016 às 11:43:15

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Como lidar com a birra

Nos primeiros meses de vida, a criança é totalmente dependente e, por isso, se torna mais fácil estabelecer regras. Hora de se alimentar, hora do banho, hora de dormir, escolha de roupa... tudo é mais fácil. Quando começa a falar, seu filho também desenvolve seus gostos de preferências, e é aí que começa a birra.

Escolhendo a roupa

O seu pequeno também quer se sentir estiloso, por isso é importante deixar que ele participe da escolha do que vai vestir. Dê algumas opções para a criança e deixe que ela escolha qual gostou mais, assim ela desenvolve sua autonomia sem que você perca a autoridade.

Birra em locais públicos

Quando a criança começa a gritar e espernear no shopping, supermercado ou qualquer outro estabelecimento público, é desagradável tanto para quem vê quanto para os pais. É importante se mostrar firme nesse momento, pois tudo que seu filho quer é chamar a atenção. Vá para um local reservado e explique, de forma firme e acolhedora, que entende como ele se sente, mas que aquela atitude não irá resolver nada.

A hora da alimentação

É comum que depois do primeiro aninho a criança perca o interesse pela comida. Isso acontece porque seu filho está na fase de descoberta e a comida acaba saindo do campo de interesse. Por isso, certifique-se que os nutrientes estejam logo no início da refeição, pois cada colherada será valiosa. Você também pode ensinar os horários das refeições, fazendo a criança sentar à mesa mesmo que não queira comer, assim ela acostumará que existem horários para comer.

Guerra no banho

É comum que a criança esteja fazendo algo divertido, por isso faz birra na hora de interromper a brincadeira para entrar no banho. Por isso, tente transformar a hora do banho em algo divertido, usando brinquedos e fazendo brincadeiras com seu filho. Assim, ele irá relacionar a hora do banho como algo agradável e prazeroso.

Fonte: Jornal Correio da Cidade



Postado em 28/10/2016 às 09:10:55

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Como fazer seu filho dormir na própria cama

Enquanto mama, voltando pra casa de carro ou passeando no parque, parece que seu bebê tem um sono eterno, pois quando percebe, ele já está cochilando. Mas é só ficar no berço ou na cama que parece que esse sono todo vai embora. Acredite, muitos pais têm dificuldade para fazer com que os pequenos durmam no próprio quarto.

Segundo a psicóloga Renata Soifer Kraiser, todos nós temos fases de sono mais profundo e sono mais leve, onde todos nós acordamos. No caso de adultos, as vezes não lembramos de termos acordado durante a noite ou simplesmente sabemos que é só voltar a dormir. No entanto, com as crianças não acontece dessa forma, pois se acordam e veem um cenário diferente do qual estavam antes de adormecer, podem se assustar. Por isso, o ideal é que o sono aconteça desde o início no local onde a criança deverá passar a noite toda.

Quanto antes uma rotina de sono for colocada ao bebê, melhor. De acordo com a neuropediatra Márcia Pradella-Hallinan, o ideal é que essa rotina inicie por volta dos quatro meses de idade, quando a criança começa a conseguir pegar coisas com as mãos e os pais podem introduzir objetos quando o bebê estiver pegando no sono, como uma fralda, cobertor ou naninha. O movimento repetido com as mãos vai ajudá-lo a adormecer. É importante também colocá-lo no berço ainda acordado, para que ele perceba onde está. Assim, se sentirá mais seguro quando acordar.

Fonte: Revista Crescer



Postado em 14/10/2016 às 09:11:24

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É preciso cuidar com os rótulos

É comum os pais apelidarem os filhos com suas características, como "carinhoso", "levado", "desobediente", entre muitas outras. Mas essa espécie de rotulação pode não ser tão benéfica às crianças, pois a infância é a fase de formação de identidade, onde seu filho está descobrindo e decidindo quem é, e esses rótulos podem influenciá-la e confundi-la, principalmente se o rótulo vier da mãe.

"A criança que é sempre rotulada às vezes começa a achar que é interessante exercer aquele título que é colocado pra ela. E aí você não altera a experiência de viver. É importante que não se coloque rótulos como 'ela é brava', 'ela é gorda', etc. Ela está assim naquele período. É importante colocar uma data, então "neste período você está desobediente", para que ela aprenda a diferença de ser e estar", conta a psicóloga Susana Orio.

Como a opinião da mãe é extremamente importante, tudo que ela falar será tomado como verdade, por isso é preciso que os pais, especialmente a mãe, não faça generalizações e aponte diferenças.

Fonte: Vila Mulher



Postado em 23/09/2016 às 11:17:05

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5 frases para não dizer aos seus filhos

Algumas expressões, mesmo que pareçam inocentes, podem marcar o seu filho. As vezes, na hora da irritação, é normal falar a primeira coisa que vem à cabeça, porém as crianças marcam alguns momentos e palavras por um longo tempo. Por isso, ao falar com seu filho, é importante tomar alguns cuidados:

Seu irmão é mais inteligente
Fazer comparações fará com que seu filho tenha a autoestima abalada. Você deve entender que cada pessoa é única e tem características próprias, por isso foque no que precisa ser melhorado, como por exemplo ?você precisa estudar mais essa matéria para passar de ano?

Que ideia mais besta!
Criticar a maneira de pensar da criança fará com que ela se sinta reprimida para se expressar, afinal, ela não tem o mesmo conhecimento sobre o mundo como um adulto. Dê atenção ao que o seu filho diz e entenda a sua linha de pensamento, propondo uma nova maneira de reflexão junto com ele.

O pai dizer para não dar atenção ao que a mãe diz (e vice-versa)
Os filhos baseiam-se muito nos pais como forma de crescimento e entendimento do mundo. Esse tipo de afirmação pode gerar confusão na sua cabeça.

Se você não estudar, será um fracassado
Ao invés de assustar a criança com ameaças desse tipo, mostre-a os benefícios que os estudos podem trazer, incentivando-a a estudar por que gosta e porque quer, e não sob pressão.

Você me mata de desgosto
Esse tipo de expressão faz a criança se sentir inferior e diminuída. Ao invés disso, tente mostrar o real motivo pelo qual ela está levando a bronca, como por exemplo ?Nós estamos chateados por você ter quebrado o vaso?.

Fonte: Pais e Filhos



Postado em 01/09/2016 às 09:04:50

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7 lições sobre o preconceito

A partir do nascimento, as crianças começam a receber dos pais ensinamentos que levarão para o resto da vida. Quando aprendem, desde pequenos, sobre o respeito e empatia com próximo, crescerão sabendo que discriminação e preconceito são injustos e não são naturais.

Por isso, trouxemos sete dicas para te ajudar com o seu filhote, transformando-o em uma criança repleta de respeito pelo próximo:

1. Aceitar cada um de seus filhos como único e especial. A criança que se sente bem consigo mesma é menos propensa a ser preconceituosa. Além disso, observe qualidades únicas e especiais em outras pessoas e as compartilhe com os seus filhos.

2. Não destacar apenas as semelhanças entre as pessoas. É muito importante também falar das diferenças ? e de como isso enriquece a nossa vivência. Destacar demais que aquela pessoa merece ser respeitada, pois apesar de ser diferente ?age como você?, ?gosta das mesmas coisas?, pode passar a impressão de que somente as semelhanças trazem dignidade aos outros.

3. Ajudar a criança a ser sensível aos sentimentos dos outros. Quando ocorrerem conflitos pessoais, incentive seus filhos a pensar em como a outra pessoa pode estar se sentindo. Estudos indicam que crianças com empatia são menos propensas a ser preconceituosas.

4. Ajudar as crianças a reconhecer casos de estereótipos, preconceitos e discriminações. Programas de televisão, filmes e jornais muitas vezes oferecem oportunidades para a discussão ? a criança encontrará brechas nesses momentos para falar sobre o assunto. De acordo com estudos recentes, estimular o raciocínio crítico das crianças pode ser o melhor antídoto para o preconceito. E, claro, sempre ter a família como mediadora.

5. Certificar-se de que os filhos entendam que o preconceito e a discriminação são injustos. Seja firme e garanta que ninguém seja excluído ou vire motivo de brincadeiras com base em raça, religião, etnia, sotaque, gênero, deficiência, orientação sexual ou aparência.

6. Proporcionar oportunidades de interação com diferentes grupos raciais e étnicos. Estudos mostram que crianças que convivem com a diferença desenvolvem atitudes mais positivas em relação às outras pessoas. Bandas, clubes e programas comunitários são exemplos de atividades que podem ajudar a combater os efeitos alienantes de bairros ou salas de aula ?homogêneos?.

7. Dar acesso à cultura e à realidade de maneira didática. Livros, filmes, desenhos? Enfim, programas culturais trazem perspectivas positivas sobre outras culturas. Tudo isso vai ajudá-lo a compreender os pontos de vista de outras pessoas.

Fonte: Pais & Filhos



Postado em 29/07/2016 às 10:34:09

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Os ensinamentos do Pequeno Príncipe

Inocente e cativante, O Pequeno Príncipe é a obra mais famosa do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry. Publicado em 1943, sua leitura tem encantado crianças e adultos, sendo um dos 10 livros mais vendidos de todos os tempos. Ele conta a história de um piloto que, após sofrer um acidente no Deserto do Saara, conhece um pequeno príncipe que tinha chegado em um asteroide. Durante o tempo que estão juntos, o principezinho lhe conta histórias de suas viagens através de outros planetas. O livro trata de temas como o amor, a bondade e a amizade, além de fazer uma crítica a maneira de ver o mundo dos adultos, valorizando a sabedoria das crianças.

Do Pequeno Príncipe podem ser extraídas grandes lições para crianças e adultos. Algumas frases do livro contêm uma imensa sabedoria, que pode servir de ensinamento para as crianças:

1 - É uma loucura odiar a todas as rosas só porque uma te espetou. Renunciar a todos os seus sonhos só porque um deles não se cumpriu.
2 - E aqui está o meu segredo, que não pode ser mais simples: só se pode ver bem com o coração; o essencial é invisível aos olhos.
3 - Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.
4 - Só se deve pedir a cada um, o que está ao seu alcance realizar.
5. Eu me pergunto se as estrelas se iluminam com a finalidade de que algum dia cada um possa encontrar a sua.
6 - É muito mais difícil julgar a si mesmo do que julgar aos outros. Se você consegue julgar bem a si mesmo você é um verdadeiro sábio.
7 - Não era mais do que uma raposa semelhante a cem mil outras. Mas, eu a tornei minha amiga e agora ela é única no mundo.
8 - Às vezes temos que aguentar as larvas se quisermos desfrutar das mariposas.
9 - Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
10 - Todas as pessoas adultas foram no início crianças, ainda que poucas delas o lembrem.

Fonte: Guia Infantil



Postado em 25/07/2016 às 15:09:02

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Ratinhos super-heróis

Já pensou se um pequeno bichinho fosse capaz de salvar sua vida? Pois é exatamente isso que acontece nos países da África e da Ásia. Os ratos da espécie Cricetomys gambianus, ou rato-gigante-africano, como é popularmente conhecido, são adestrados para detectar minas terrestres dos tempos de guerra. Como são leves, não disparam a armadilha, mas conseguem identificar exatamente a localização dos dispositivos, salvando assim muitas vidas.

Os roedores fazem parte da organização Apopo e possuem uma incrível capacidade olfativa. Agora, além de identificar minas terrestres, os ratos também foram treinados para detectar tuberculose, doença que atinge milhões de pessoas no mundo todo. “Esses roedores são animais pacíficos, dóceis, fáceis de treinar e que gostam de realizar tarefas repetitivas”, conta o médico Emilio Valverde, coordenador do projeto. Quer saber mais sobre esses heróis de quatro patinhas? Dá uma olhada no vídeo produzido pela organização Apopo: http://ow.ly/ZNCiu

Fonte: Ciência Hoje das Crianças



Postado em 24/06/2016 às 09:15:32

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Como estimular a confiança das crianças?

Como trabalhar a autoconfiança nos filhos de modo que se tornem autoconfiantes na vida adulta? Inicialmente, é preciso saber que não é possível que um adulto dê ou desenvolva a autoconfiança para seu filho, porque ela precisa ser auto-desenvolvida. O caminho é individual e intransferível, mas nós podemos instrumentalizar e oferecer oportunidades para nossas crianças. A autoestima para uma criança tem um papel diferente do que para um adulto. Um lar saudável e pais carinhosos lhe trazem a sensação de serem amadas e acolhidas. Quanto mais exemplos positivos ao seu redor, mais saudável será sua autoestima e melhor será suas relações com os outros.

1) Seja você
Não é possível dar oportunidade às nossas crianças, criar um ambiente para que elas possam desenvolver autoconfiança, sem que você tenha desenvolvido a sua. Essa história de dizer que "vou dar para meu filho tudo aquilo que não tive na minha infância", neste caso não funciona. A gente não dá aquilo que não tem ou não teve. Além disso, as pessoas precisam viver o que têm para viver. Então não compense nada nos seus filhos e seja o melhor pai ou a melhor mãe que você puder ser.

2) Crie intimidade com sua criança
Como fazer isso? Não é dando banho, não é pondo para dormir. A intimidade vem do olho no olho. É importante olhar para seu filho e estar disponível. Quando a criança olha para os pais e a família faz atividades, - almoçar, passear, jogar - cria-se um fluxo de energia positiva e de amor. Quando ela contar novidades da escola, olhe em seus olhos, não escute simplesmente. Diga o quanto ela é importante para você, o quanto a ama. Lembre-se: a qualidade do seu tempo é mais importante que a quantidade

3) Dê oportunidade para fazer pequenas tarefas
Comece a envolver a criança nas atividades de casa. Mesmo que tenha muitos empregados, ela precisa arrumar a cama ou a gaveta, enxugar a louça, guardar a roupa no armário. Porque ela colabora e faz parte dessa família. É muito ruim quando a criança é mimada e não precisa. Ao invés de se sentir pertencendo, ela não pertence, porque não tem que fazer nada. Nós valemos pela nossa utilidade. Então, o "tão útil eu sou" ou "me sinto" ajuda a construir minha autoestima

4) Elogie sempre
Seja verdadeiro(a). Não faça como a "mãe coruja"; reconheça, olhe para a criança, veja os talentos e diga: "Eu gostei muito do que você falou, do seu jeito, de como você se comporta". Fale o que você viu verdadeiramente na criança, pois estará reconhecendo aquele talento. Elogio constrói autoestima. Porém, não deixe seu filho pensar que é o rei da cocada, pois somos todos iguais. Ele tem muito valor, mas não é pior nem melhor que ninguém. Hoje, vivemos uma crise moral no mundo porque mimamos nossos filhos. Esse valor precisa ser passado para as crianças para que elas construam uma autoconfiança legítima. Criança precisa de 50% de não, mas precisa também de 50% de amor.

5) Diga não
A criança precisa de limite, de referência. Os filhos  esperam que a gente mostre como é ser gente, por isso, seja autêntico para seu filho. E a cada "não" que você disser, precisa dizer três vezes "sim" para o que realmente ele pode fazer. Se você dá essa referência, ele vai crescer sabendo seguir regras.



Postado em 21/04/2016 às 08:12:16

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A hora certa de dar um celular ao filho

Depois de uma certa idade, é normal que as crianças queiram se inteirar do mundo tecnológico, principalmente se os amigos também já usam smartphones ou tablets. Mas será que é a hora certa para isso acontecer?

Assim como pode ajudar, um celular ou outro aparelho tecnológico também pode atrapalhar. É importante levar em conta a responsabilidade que o seu filho demonstra no dia a dia e, caso resolva que é a hora certa, lembre-se que deverá supervisioná-lo. "Quando uma criança pede um celular desses, não é para fazer ligações, mas para ter acesso à internet e a jogos", explica a psicóloga Andréa Jotta.

Mantenha um diálogo sempre aberto com seu filho e tome cuidado para que o aparelho não se torne uma distração perigosa. Oriente-o a buscar jogos que ajudem o seu desenvolvimento. "Em meio a milhares de jogos, há muitos que ajudam no aprendizado e abordam temas como lógica e ortografia de forma intuitiva e fácil de entender", diz Michel Lent, dono do Apps4kids, blog focado em aplicativos para crianças.

Fonte: Educar para Crescer

Postado em 01/04/2016 às 09:20:07

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